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Exame amplia as chances de sucesso dos tratamentos para engravidar e reduz risco de doenças genéticas para o bebê

Exame amplia as chances de sucesso dos tratamentos para engravidar e reduz risco de doenças genéticas para o bebê

O exame genético pré-implantacional reduz o risco de abortos, aumenta as chances de uma gravidez bem sucedida e diminui o risco de síndromes genéticas  

Engravidar e ter um bebê saudável é o desejo de toda paciente que recorre aos serviços de reprodução assistida para ter filhos. Um dos desafios da medicina reprodutiva é tratar mulheres que querem ser mães em idade cada dia mais avançada, uma vez que a fertilidade feminina declina com a idade e o risco de alterações genéticas no bebê aumenta. A possibilidade de avaliar a saúde cromossômica do embrião de forma não invasiva através do teste niPGT é um dos mais recentes avanços da área. O exame genético embrionário permite avaliar a saúde cromossômica dos embriões para que só os saudáveis sejam selecionados para implantação no útero, prevenindo doenças genéticas hereditárias como a Síndrome de Down, dentre várias outras. A saúde embrionária é uma das principais causas de falhas na implantação e dos abortos recorrentes.

“O diagnóstico genético aumenta as chances de sucesso por ciclo de Fertilização in Vitro (FIV) e diminui a possibilidade de o bebê apresentar síndromes genéticas, além de reduzir a possibilidade do desgaste emocional das perdas gestacionais e diminuir custos financeiros com a repetição de ciclos de tratamento para engravidar”, afirma o médico Joaquim Lopes, especialista em Reprodução Humana e diretor do Cenafert.

O exame é, especialmente,  indicado para mulheres com mais de 40 anos de idade que desejam ser mães com seus próprios óvulos, mulheres com histórico de abortamento ou que tiveram falhas repetidas na implantação embrionária. Também é indicado nos casos em que o pai ou a mãe tem histórico familiar de doenças genéticas e o casal tem possibilidade aumentada de ter filhos com alterações cromossômicas.

De acordo com a Resolução nº 2.294/21 publicada no mês de junho último pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), a partir de agora, quando os embriões forem submetidos ao exame de Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, não será permitido que o laudo da avaliação genética informe o sexo  do embrião, exceto nos casos em que sejam verificadas doenças relacionadas ao sexo ou anomalias cromossômicas sexuais.

Estudo

Para validar a técnica, que permite avaliar a saúde do embrião antes da sua implantação no útero, o Cenafert participou de um estudo prospectivo multicêntrico realizado por dez centros de reprodução assistida de referência no país. O trabalho avaliou 94 casais com indicação para o exame niPGT-A por aumento da idade materna, fator masculino, falhas repetidas de implantação e aborto recorrente. O estudo, publicado na JBRA Assisted Reproduction,  avaliou a relação entre alterações cromossômicas embrionárias e o aumento de idade da paciente através da realização do teste niPGT-A. “A técnica se mostrou segura e eficaz e representa um avanço promissor, pois possibilita que os embriões sejam avaliados no seu próprio meio de cultivo, de forma não invasiva, sem biópsia, sem necessidade da retirada de células embrionárias e sem possibilidade de danos ao embrião”, explica o médico Joaquim Lopes.

Reprodução Assistida

Em 1978 nasceu a britânica Louise Brown, a primeira criança gerada em laboratório com a técnica conhecida como “bebê de proveta”. Louise está com 42 anos de idade e, de quando ela nasceu para cá, as técnicas de reprodução assistida evoluíram bastante e hoje o número de pessoas que buscam os tratamentos de reprodução assistida tem crescido em todo mundo.  As taxas de sucesso dos tratamentos de Fertilização in Vitro (FIV) aumentaram muito na última década e esse é um desafio constante da medicina, especialmente porque as mulheres, atualmente, decidem ter filhos cada dia em idade mais avançada. O estudo genético do embrião não invasivo, é mais um recurso que aumenta a segurança e eficiência dos tratamentos para engravidar.

O Brasil lidera o ranking da reprodução assistida na América Latina, levando em consideração ciclos de Fertilização in Vitro (FIV), inseminação artificial e transferência de embriões. De acordo com a Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDELARA), 60% dos tratamentos de reprodução assistida na América Latina são realizados no Brasil.

Cerca de 15% da população brasileira em idade fértil é acometida pela infertilidade. A infertilidade conjugal é caracterizada pela ausência de gravidez em um casal com vida sexual ativa e que não usa medidas anticonceptivas por um período de um ou mais anos.

Além dos casais inférteis, a reprodução assistida hoje também é uma alternativa para casais homoafetivos que desejem ter filhos e mulheres que queiram ser mães solo (produção independente).

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