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Especialistas esclarecem mitos e verdades sobre a infertilidade

A mulher é a principal responsável pela infertilidade do casal? Homens que fizeram vasectomia não podem ter mais filhos? Para engravidar o casal deve ter relações todos os dias? Quem faz tratamentos para engravidar sempre tem gêmeos?  O cigarro prejudica a fertilidade? O tratamento de quimioterapia causa infertilidade? A obesidade pode diminuir as chances de engravidar? As Infecções Sexualmente Transmissíveis podem causar infertilidade?  Essas e muitas outras dúvidas costumam povoar a mente de pessoas em idade fértil e casais que planejam ter filhos. As médicas Sofia Andrade e Valentina Cotrim, especialistas em Reprodução Humana da equipe do Cenafert, esclarecem que  homens e mulheres dividem a responsabilidade pela infertilidade igualmente: “cerca de 40% dos casos de infertilidade de um casal são atribuídos à mulher, 40 % aos homens e em 20% dos casos o problema está presente nos dois ou não tem causas definidas “, explicam as especialistas.

            Segundo Valentina Cotrim, para aumentar as chances de uma gravidez espontânea, os casais precisam ter uma vida sexual ativa, com frequência regular de relações, inclusive fora do período fértil. A médica chama atenção para a importância dos hábitos saudáveis para diminuir os riscos de infertilidade: “Não fumar, dormir bem, praticar exercícios físicos regularmente, ter uma alimentação equilibrada, manter-se no peso adequado, não consumir drogas e evitar bebidas alcoólicas em excesso são medidas importantes para a saúde reprodutiva”.

Alguns tratamentos oncológicos podem comprometer a função hormonal e causar infertilidade temporária ou definitiva. Segundo Sofia Andrade, antes de iniciar um tratamento de câncer é recomendável que o paciente e seu médico avaliem, de forma criteriosa, a necessidade e a possibilidade de preservar sua fertilidade através das técnicas de congelamento de óvulos e de sêmen.

Sobre as gestações de gêmeos após tratamentos para engravidar, Valentina Cotrim explica que as clínicas de reprodução atuam para que cada tratamento resulte em apenas um filho. O Conselho Federal de Medicina determina que mulheres até 35 anos recebam até um máximo de dois embriões. O número aceito para mulheres de 36 a 39 anos é de três embriões a serem depositados no útero (procedimento denominado transferência embrionária). Por fim, pacientes com 40 anos ou mais recomenda-se que sejam transferidos um máximo de quatro embriões. Quando se transferem três embriões, estima-se que 81% das gestações sejam únicas, 18% dos casos são bigemelares e apenas 1%  sejam gestações trigemelares.   

         Homens vasectomizados e mulheres que fizeram a laqueadura de trompas podem recorrer à reprodução assistida, através da técnica de Fertilização in Vitro, para conseguir ter filhos.  Apesar de ser possível reverter cirurgicamente a vasectomia e a laqueadura, as chances de gravidez espontânea após a reversão nem sempre são boas. “Vários fatores devem ser avaliados antes de se optar por uma cirurgia de reversão, como a fertilidade do homem e da mulher, a idade da mulher e as condições das suas trompas. Quando a técnica contraceptiva já foi realizada há muito tempo, a reversão da vasectomia talvez não valha à pena. A Fertilização in Vitro é o caminho para tentar obter a gravidez nesses casos”, esclarece Sofia Andrade.

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) podem causar danos sérios no aparelho reprodutor e são causas frequentes de infertilidade no homem e na mulher. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 25% dos casos de infertilidade são causados pelas Infecções Sexualmente Transmissíveis. “Usar preservativo nas relações sexuais, fazer os exames preventivos de rotina e evitar comportamentos de risco são medidas que reduzem o risco dessas infecções que podem causar infertilidade irreversível e muitas outras complicações à saúde”,  esclarece a médica Valentina Cotrim.

Outro vilão quando se trata de fertilidade é a obesidade e o sobrepeso, pois o excesso de gordura no organismo causa um desequilíbrio hormonal, interferindo na ovulação e diminuindo as chances de engravidar naturalmente. A obesidade também aumenta  consideravelmente os riscos da gravidez, inclusive aumentando o índice de abortos e de partos prematuros. “É recomendável que mulheres que estejam muito acima do peso busquem emagrecer antes de engravidar”, orienta a médica Sofia Andrade. Segundo a especialista, a obesidade diminui as chances de uma gravidez bem sucedida, seja ela espontânea ou através de um tratamento de Reprodução Assistida.

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